A Domus Gaudii se propõe a abrir espaço para que psicanalistas e simpatizantes do campo expressem por meio de sua escrita a aventura singular de seu percurso pessoal e profissional.
O quadro ao lado intitulado “A parábola dos cegos” de Pieter Bruegel, 1568, onde um cego conduz outros cegos serve como uma simpática metáfora para descrever a busca perseverante pelo conhecimento que não se conhece, mas insistimos mesmo assim: o inconsciente. Ou seja, a construção do conhecimento é sempre singular, um a um, não há mestres, somente “poetas” do cotidiano. Assim, a Domus Gaudii se propõe a abrir espaço para que psicanalistas e simpatizantes do campo expressem por meio de sua escrita a aventura singular de seu percurso pessoal e profissional. Trata-se de uma editora independente, composta por um conselho editorial de psicanalistas, com o objetivo de publicar escritos que atualizem o campo psicanalítico.
O quadro ao lado intitulado “A parábola dos cegos” de Pieter Bruegel, 1568, onde um cego conduz outros cegos serve como uma simpática metáfora para descrever a busca perseverante pelo conhecimento que não se conhece, mas insistimos mesmo assim: o inconsciente. Ou seja, a construção do conhecimento é sempre singular, um a um, não há mestres, somente “poetas” do cotidiano. Assim, a Domus Gaudii se propõe a abrir espaço para que psicanalistas e simpatizantes do campo expressem por meio de sua escrita a aventura singular de seu percurso pessoal e profissional. Trata-se de uma editora independente, composta por um conselho editorial de psicanalistas, com o objetivo de publicar escritos que atualizem o campo psicanalítico.
O mundo interno de cada indivíduo o coloca diante da seguinte questão: o que fazer com a minha subjetividade, os meus gostos, as minhas dúvidas sobre a vida, as minhas angústias? Diante da enxurrada de imagens mentais, associações, pensamentos cotidianos, o sujeito tem uma escolha a fazer. Abafar o ruído interno e entregar-se a uma rotina que mal se escolheu, desfrutando de uma vida não comunicada, silenciosa ou exaltada, pouco original e nada legítima para a própria pessoa é a regra. Apesar de as possibilidades de relação com a própria vida serem amplas, é comum que o sujeito contemporâneo se sinta isolado e sem alternativas interessantes para o próprio direcionamento. A coleção Escrita & Psicanálise se insere no projeto editorial da editora Domus Gaudii de lançar elementos para o enriquecimento dessa discussão e das possibilidades de existência engajadas com o que há de mais genuíno em cada um.
Nos aventuramos em ótimas conversas com nossos autores para contar curiosidades, reflexões e uma análise ainda mais profunda de nossas obras. Confira!